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sábado, 20 de agosto de 2011

PRÓXIMO DESTINO: DAWSON CITY

Até que enfim conseguimos uma reserva para Hotel em Dawson City. A insistencia por conseguir um Hotel por lá, é que trata-se de uma cidadezinha da época do Velho Oeste, preservada exatamente como era na época da corrida do ouro no Canadá, em direção ao Alaska.

Boa parte do caminho para Dawson City era ruim, mas, ainda assim, a paisagem valia a pena.

Logo na saída de Fairbanks, encontramos duas motos com bandeiras do Brasil que logo ao perceberem que éramos brasileiros, acenaram para estacionarmos. Os paranaenses da cidade de Pato Branco: Márcio Zanella e Luiz Carlos Bianchi compraram duas motos BMW no Alaska e iniciavam a travessia pelas Américas, com destino ao Brasil. Saudações e troca de informações, seguimos rumo à Dawson City.

 
Na estrada encontramos mais brasileiros que, assim como nós, são amantes das aventuras.

Depois de trezentos e trinta quilômetros, cruzamos por Tok e a estrada para Dawson City, por ser uma vicinal, não estava gravada no GPS e mal sinalizada, passamos mais de cento e trinta quilômetros da entrada. Voltamos e agora pela estrada certa, viajamos por cento e oitenta quilômetros, através de um caminho que era formado, em grande parte, por estradas de terra. Nova surpresa: a fronteira com o Canadá, no meio do nada, fechou às 18:00 horas e só abriria no outro dia... Decepcionados por estarmos tão perto de nosso destino e não poder alcançá-lo, não nos restou outra alternativa a não ser regressarmos à Tok, a primeira cidade com hotel e restaurante.

Uma estrada escura e pouco conhecida fez com que precisássemos adiar o nosso objetivo do dia.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O ÚLTIMO DIA NO ALASKA

Depois de várias tentativas infrutíferas em conseguir reservar hotel em Dawson City, fomos obrigados a permanecer em Fairbanks. Na realidade, nós gostamos tanto do Alaska que não foi nenhum sacrifício desfrutar mais de um dia na remota região.

Aproveitamos, já com saudade das viagens, nosso último dia no estado do Alaska.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

MUSEU DE CARROS

Refeitos e descansados providenciamos uma lavagem para a Excursion, que depois da travessia por estradas de terra e embaixo de chuva, estava irreconhecível.

No Wedgewood Resort, onde estávamos hospedados, entre diversas atrações possíveis, o “Fountainhead Antique Auto Museum”, despertou nosso interesse. No final da tarde ficamos estarrecidos e admirados com tão incrível coleção de autos antigos aqui no Alaska. Mais de setenta carros reluzentes, variando dos primeiros veículos fabricados, que mais parecem carruagens sem cavalos, até a elegância dos clássicos dos anos 1930. Junto aos autos, manequins exibindo roupas originais da época e exposição de grandes painéis com impressionantes fotografias de grande valor histórico do Alaska de outrora.

O museu apresenta mais de 70 automóveis de importância histórica para os 
Estados Unidos e, especialmente, para o Alaska.

Vários dos autos aqui expostos são os últimos exemplos remanescentes de suas marcas.

A visão desses automóveis nos fez relembrar as dificuldades enfrentadas pelos 
valentes expedicionários com seus bravos Ford T.

Um passeio que para nós, amantes de carros, foi mais do que enriquecedor.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

UM DIA DE DESCANSO

Chegamos a Fairbanks cansados, às 5:00 horas da manhã, depois de viajarmos 1.300 km. Hospedamos-nos no Wedgewood Resort, uma impressionante área natural de 105 acres, rodeado por um verdadeiro santuário ecológico, refúgio de aves aquáticas migratórias. 

Mesmo com tanta beleza ao nosso redor, optamos por 
repor as energias e dormir até mais tarde.*

Depois de três dias por uma região remota como norte do Alaska, sem internet, aproveitamos o final do dia para atualizar nosso Blog, descarregar fotos e filmes e colocar em dia nossas correspondências.


*Imagem: http://www.explorefairbanks.com

domingo, 14 de agosto de 2011

PREPARAÇÃO PARA A SEMANA

Depois de uma semana agitada na estrada, resolvemos dormir até mais tarde e descansarmos para passarmos um período de muitas horas dentro do carro. Durante a noite, aproveitamos para conhecer o tradicional restaurante Turtle Club.

Criado por um grupo de pilotos durante a 2ª Guerra Mundial, 
o Turtle Club é um dos restaurantes mais famosos da região.*

*Imagen: akmiataclub.org

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

DESTINO: FAIRBANKS, ALASKA

Foram vários dias viajando quase 1.000 km por dia para chegar ao Alaska e agora, que pouco mais de trezentos quilômetros nos separavam da cidade de Fairbanks, foi possível dormir até mais tarde, para depois seguir viagem. Tudo é maravilhoso e tanto os meninos, quanto nós estamos eufóricos e encantados com uma natureza intocável, repleta de mistérios e muitos animais só conhecidos por fotografias, agora ao alcance de nossas mãos. 

No final da tarde, chegamos à Fairbanks, que é a maior cidade do interior do Alaska e a segunda maior do estado, ficando atrás somente de Anchorage. A cidade começou com a corrida do ouro e agora é uma próspera metrópole. Fairbanks foi a vanguarda na construção da Alaska Highway, do oleoduto trans-Alaska e no estabelecimento das bases militares do Alaska, com a adesão aos EUA como o 49º estado americano.

Centro de Fairbanks próximo ao Rio Chena.*

Hoje, casas de registro histórico se misturam com as premiadas e sustentáveis modernas construções, e pode-se ver um simples cão atravessar a estrada ou um alce vagar pelo centro da cidade. Fairbanks serve como pólo regional e porta de entrada, tanto para o interior, como à região ártica. Cidade agitada, onde militares, universitários e turistas são os componentes chave de uma população de cerca de 35.000 habitantes.

Edifícios modernos se misturam a prédios antigos na agitada cidade de Fairbanks.

Hospedados no Westmark, nos preparamos para continuar rumo à Prudhoe Bay, extremo norte das Américas.