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sexta-feira, 13 de maio de 2011

AS LINHAS DE NASCA

Cordilheira de Puquio à Nasca 

Logo pela manhã, depois de uma noite revitalizadora, continuamos rumo a Nasca. Viajamos por 190 km até Puquio, cidade no centro de Peru e, em seguida, fomos surpreendidos pelas mais impressionantes imagens que a Cordilheira dos Andes poderia proporcionar aos viajantes. Além disso, também enfrentamos a pista mais arriscada entre todas as estradas por onde cruzamos até agora.

 Curvas muito fechadas exigiram atenção redobrada dos viajantes

Curvas acentuadas e precipícios marcaram toda nossa travessia, porém, após 165 km de pura adrenalina, chegamos à Nasca, onde pudemos almoçar tranquilamente. Ainda no mesmo dia, depois de um breve descanso, fomos conhecer um importante ponto turístico da região, as famosas Linhas de Nasca.

 Vista aérea das Linhas de Nasca


As Linhas de Nasca são artigas marcações criadas pela civilização Nasca, entre 400 e 650 d.C. Elas foram desenhadas no chão do deserto ao sul do Peru e estão relacionadas à religião deste povo.

 Linhas de Nasca

O pôr do sol aumentou a beleza das incógnitas marcações feitas pela antiga civilização. Mesmo faltando 450 km até Lima, decidimos seguir viagem e dormir na Capital, onde chegamos às 23 horas.

 Pôr do Sol na cidade de Nasca

quinta-feira, 12 de maio de 2011

NA ESTRADA PARA NASCA



Vale do Curahuasi


Rio Apurimac

Seguindo os planos de viagem, rumamos para Nasca. Depois de 200 km por caminhos de cordilheira, cruzamos por Abancay, com vistas para o “Canón del Apurimac”, o mais profundo do Peru e por onde corre o rio que dá o nome a ele, formando um vale com terras altamente férteis. Entre elas, podemos destacar as terras de Curahuasi, onde se produz o melhor anis do mundo.


Canón del Apurimac


Gelo na Cordilheira

As grandes altitudes da região ainda conservavam o gelo por partes da cordilheira. Margeando sempre o rio Pachachaca, afluente do rio Apurimac, demoramos um dia todo de viagem até chegarmos em Chalhuanca, capital da província de Aymares, localizada a 120 km para frente de Abancay. Lá, encontramos o Hotel Tampumayu, onde passamos uma noite confortável, o que foi supreendente para uma região tão remota.


Familia Braga na Cordilheira dos Andes, ainda com gelo