Mostrando postagens com marcador Bolívia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Bolívia. Mostrar todas as postagens

domingo, 8 de maio de 2011

LAGO TITICACA


  Criação de lhamas às margens do Titicaca

Tiramos o domingo para visitar o Lago Titicaca, à 50 km de La Paz. Com 3821 metros acima do nível do mar, ele é o mais alto lago navegável do mundo e o segundo maior da América Latina, atrás apenas do Lago Maracaibo, na Venezuela.


Segundo conta a lenda, o Titicaca foi berço da civilização Inca, e uma volta por sua margem nos transporta para o período pré-colombiano de domínio deste magnífico povo.

  
Suas águas transparentes, que chegam a ter 280 metros de profundidade, refletem o azul do céu e formam um colorido indescritível.

 

sábado, 7 de maio de 2011

UM DIA LONGE DA ESTRADA

Hoje, depois de toda a correria na cidade, tiramos o dia para descansar no hotel, responder alguns e-mails e organizar o material para as reportagens dos jornais. Amanhã, domingo, voltamos ao roteiro de viagens planejado.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

MAIS UM DIA DE SUCESSO


Palácio do Governo Boliviano

Voltei à Embaixada para retirar as credenciais oferecidas para estabelecer contato com órgãos do governo boliviano. Em seguida, rumei ao Jornal La Razón, onde fui entrevistado pela diretora e jornalista, Sra. Mabel Franco.
À tarde, fui recebido, por Jorge Carrasco Guzman, proprietário do El Diário, maior e mais antigo jornal da Bolívia, com 107 anos de fundação. Jorge prontamente se ofereceu para publicar uma matéria sobre a expedição e o livro.
Completei o sucesso do dia em uma reunião com o Lic. Luis Oporto Ordoñez, Diretor da Biblioteca y Archivo Nacional, que como historiador altamente interessado por assuntos de preservação da história, imediatamente após conhecer o tema, chamou a televisão para uma entrevista. Surpreso inicialmente com minha audácia em propor o nome do Comandante Oliveira para o trecho do canal bioceânico a ser inaugurado até o final do ano, ao final da conversa, assumiu para si a tarefa de apoiar tal propósito.
No Archivo Nacional, pesquisando antigas publicações, consegui duas notícias sobre a passagem da expedição em 9 e 11 de outubro de 1929, no Jornal El Diário.
(As matérias publicadas serão adicionadas em breve)

quinta-feira, 5 de maio de 2011

VISITA BEM SUCEDIDA!

A cidade de Nuestra Señora de La Paz, como é originalmente registrada, tem quase 5 séculos de vida - fundada em 1548 - e a maior população da Bolívia, com aproximadamente 2 milhões de habitantes. O que pouco gente sabe é que ela não é a capital oficial do país, que continua sendo Sucre, mas para efeitos administrativos e internacionais a importância da capital La Paz é inquestionável.
Logo pela manhã, fui à Embaixada do Brasil. Lá, fui recebido pela assessora de imprensa, Viviana Rodriguez, e levado ao Chefe de Assuntos Culturais, o diplomata Evandro Barros de Araujo, que impressionado com a história narrada no livro, comunicou minha presença ao Embaixador Marcel Biato, que prontamente me atendeu.

Ao lado do diplomata Evandro Araújo e do embaixador Marcel Biato

As quase duas horas de conversa com o embaixador foram bem sucedidas. A estrutura da Embaixada foi disponibilizada para a Nova Expedição, assim como sua assessoria de imprensa e a colaboração na tentativa de nomear a rodovia que liga Santa Cruz de La Sierra à Corumbá, com o nome do Comandante Oliveira.

O embaixador Marcel Biato disponibilizou a estrutura da Embaixada para a Nova Expedição

quarta-feira, 4 de maio de 2011

CHEGANDO À CAPITAL

Em La Paz, o cansaço e a dificuldade para conseguir um hotel a altas horas da noite foram recompensados pela escolha do aparthotel Camino Real. Lindo, cinco estrelas e barato comparado aos outros hotéis, foi o melhor custo beneficio até agora.
A bela imagem do monte Illimani, emoldurada pela janela do apartamento e somada ao dia chuvoso e muito frio, nos forçou a dormir até mais tarde e passar o dia hibernando na capital boliviana.
Vista do Nevado Illimani pela janela do hotel

Illami é a montanha mais alta da Cordilheira Real e o segundo pico mais alto da Bolívia, ficando atrás apenas do Nevado Sajama. Com quase 6500 metros de altura, o monte é bastante visível na cidade de La Paz.

terça-feira, 3 de maio de 2011

POTOSÍ- ORURO - LA PAZ


 As tradicionais lhamas bolivianas cruzam nosso caminho até Oruro

 Bela vista da estrada de Potosí - Oruro

Recuperados do último dia de viagem, acordamos e demos uma volta pela antiga cidade de Potosí antes de partir para Oruro. A “interminável” e solitária rodovia pela qual viajamos contornava as montanhas áridas da Cordilheira dos Andes até chegar ao altiplano de terras férteis do vale banhado pelo Lago Poopó.  

Poopó é um grande lago salgado localizado numa depressão rasa nas montanhas do altiplano boliviano à aproximadamente 3700 m de altitude em relação ao nível do mar. Ele é alimentado pelo rio Desaguadero, que escoa a partir do Lago Titicaca, no extremo norte do altiplano.

 Lago Poopó

Oruro fica no meio do caminho entre a cidade de Potosí e a capital boliviana, La Paz. Com 404 anos de história e aproximadamente 260 mil habitantes, é considerada a capital folclórica do país por conta do seu carnaval, que é um dos mais importantes do mundo e foi declarado Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2001. 

Já no final do dia, as imagens do lindo pôr-do-sol nos animaram a prosseguir viagem até La Paz, onde chegamos no final da noite.

Pôr-do-sol em Oruro

Rodamos 540 km por uma boa rodovia, mas muitas curvas nos acompanharam nos primeiros 160 km até alcançarmos o altiplano boliviano. Os últimos quilômetros da Panamericana foram marcados por planície e retas até chegarmos à La Paz.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

BOLÍVIA - VILLAZON - POTOSÍ

Carretera Panamericana através da Cordilheira dos Andes
Nossa vontade de prosseguir era grande, portanto, logo cedo providenciamos o seguro e ingressamos em mais um país de nosso roteiro: a Bolívia. Partimos rumo ao Salar do Uyuni, a maior planície salgada do mundo, localizada entre Potosí e Oruro, no altiplano andino, a 3.650m de altitude. Porém, ao cruzarmos a cidade de Tupiza, pegamos a estrada errada e fomos parar diretamente em Potosí, que seria nosso próximo destino.

Túnel escavado na rocha, a caminho de Potosi
Apesar da vontade de conhecer o Uyuni, após esse erro no percurso, seria necessário voltar vários quilômetros e vencer um trecho enorme de estradas de terra e rípio (rodovias de cascalho, muito comuns no sul da Argentina e no Chile). Todo esse trabalho e riscos desnecessários acabaram por nos desencorajar. Lamentamos, com pesar, termos que deixar o Salar de lado, mas teremos outras oportunidades de fazer essa visita futuramente.
Imagens da catedral de Potosi durante o dia e em um belíssimo pôr do sol

Potosí está localizada a 3.967 metros de altitude, e é considerada uma das cidades mais altas do mundo. Por seu passado histórico, por sua arquitetura e pela região onde está localizada, a cidade foi declarada Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).


Cansados, após 340 km de estrada durante um dia inteiro de viagem, dormimos em Potosí, no Hotel Colonial.